Eu tentei não escrever esse texto , porém parece que essa escuridão só irá embora se eu colocá-la para fora. Só assim poderei prosseguir , é isso que sinto.
Não há escuridao maior que a noite em que saia para passear nos bosques sombrios , humanos podres , vivendo suas imudincias , impondo você um ser lindo , há usufruir de pedaço de lixo , você não precisar defender nada pois tudo tem seu dual , dualidade você já deveria saber.
Seres humanos dominados por vontades obscura de escravizar os humanos nos próximos séculos, essa vontade de transformar todos em escravo. A carta que vos escreve é essa .
Deitado sobre caixões de borboletas , a sua vida empura sem transformação, dedicouse a andar na estrada de ferro com seus pés de imã. Embora que passeie apenas a noite , de dia trancado sem ver a luz , essa podridão dilassera a sua vida.
Então porque julga ? Porque julgasse o teu dia ? Porque julgou os dias mais remotos da sua existência, quantos corpos trocou? É de apavorar sua culpa te diz na sua face . Você viu todos morrer , afaste de mim quem fala sussurrando, bem perto do seu ouvido . Você entende a escuridao , esses medos e arrepios , essa voz estava dentro da sua mente , joguei para fora essa dor , e agora acho que é o final.
Eu não sei o que Se passa nesse estranho mundo , não possuo certeza de nada .
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